Descubra os mitos ou verdades sobre o câncer de testículo

Atualizado: Set 16


O câncer de testículo representa 5% de todos os cânceres masculinos. Ele é mais comum em homens brancos, na idade de 20 a 50 anos.


Saiba quais são os principais mitos e verdades sobre a doença.


Pancada no testículo pode causar câncer.


Mito. não existe nenhuma relação do câncer de testículo com pancadas na região. O principal fator de risco para o câncer de testículo é a criptorquidia, quando os testículos, não se deslocam para a bolsa escrotal antes de o bebê nascer. Os testículos podem descer naturalmente ao longo dos primeiros anos de vida. Caso contrário, a criptorquidia pode ser corrigida por cirurgia.


O câncer de testículo é o tipo mais comum entre homens jovens.


Verdade. Apesar de representar apenas 5% dos tumores malignos masculinos, o câncer de testículo é o tumor mais comum em homens de 20 a 50 anos de idade.


O câncer de testículo é um dos tumores com maiores chances de cura.


Verdade. O câncer de testículo é considerado um dos tumores masculinos com mais chances de cura, principalmente quando detectado em estágio inicial. O autoexame da região é a forma mais eficaz de detecção precoce e, por isso, é importante realizá-lo uma vez por mês, logo após o banho.


A fertilidade não é afetada em homens com câncer de testículo.


Mito. O tratamento do câncer de testículos pode induzir a infertilidade. Por isso, recomenda-se que, antes de iniciar o tratamento, o homem realize a coleta e o armazenamento do esperma em bancos de esperma especializados. Isso permitirá que o paciente tenha filhos no futuro, se desejar.


O autoexame dos testículos deve ser realizado mensalmente assim como o autoexame das mamas nas mulheres.


Verdade. O autoexame dos testículos deve ser realizado mensalmente, sempre após um banho quente. O calor relaxa o escroto e facilita a observação de anormalidades. Deve-se observar: alteração do tamanho dos testículos ; sensação de peso no escroto; dor imprecisa na parte inferior do abdômen ou na virilha; derrame escrotal, caracterizado por líquido no escroto; dor ou desconforto no testículo ou escroto.

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Médico responsável: Dr. Gustavo Cardoso Guimarães - CRM/SP 80506
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