Seis fatos sobre câncer de colo de útero que você precisa saber

Atualizado: Set 16

Preparamos um resumo com informações essenciais sobre a doença para você ficar bem informado e cuidar de sua saúde.



1 - Para o triênio 2020-2022 estão estimados 16.590 novos casos da doença no Brasil


2 - O câncer do colo do útero é uma doença de desenvolvimento lento, que pode não apresentar sintomas em fase inicial. Quando apresenta sintomas, os principais podem ser:

  • Corrimento vaginal de cor escura, com sangue ou com mau cheiro

  • Sangramento vaginal após a relação sexual

  • Sangramento vaginal anormal: após a menopausa, entre períodos menstruais ou períodos excessivamente longos

  • Dor durante o sexo

  • Massa palpável no colo de útero

  • Hemorragias

  • Obstrução vias urinárias e intestino

  • Perda de apetite e peso


​3 - A infecção pelo Papilomavírus Humano (HPV) é o principal fator de risco para o desenvolvimento do câncer do colo do útero. O HPV é transmitido principalmente pelo contato sexual e é tão comum que afeta quase 80% das pessoas sexualmente ativas.

4 - A vacina contra o HPV é principal forma de prevenção do câncer de colo de útero e está disponível gratuitamente nos postos de saúde para meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos. São recomendadas 02 doses da vacina, com intervalos de 06 meses entre elas.

5 - Papanicolau é o exame ginecológico preventivo mais comum para identificar lesões precursoras do câncer do colo do útero. Quando essas alterações, que antecedem o câncer, são identificadas e tratadas, é possível prevenir 100% dos casos. No Brasil a recomendação é que o Papanicolau seja realizado anualmente em mulheres entre 25 e 64 anos que já iniciaram a atividade sexual.

6 - Apesar da importância do uso de preservativo durante a relação sexual para prevenir DST’s, o seu uso pode não impedir a infecção pelo HPV, pois o vírus pode estar presente em áreas não protegidas pela camisinha (vulva, região pubiana, perineal ou bolsa escrotal). A camisinha feminina, que vem sendo utilizada mais recentemente e que cobre também a vulva, pode ajudar a diminuir o contágio se utilizada desde o início da relação sexual.

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Médico responsável: Dr. Gustavo Cardoso Guimarães - CRM/SP 80506
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